167. Quando completou 11 anos, o filho de Annabeth e Percy foi mandado para o Acampamento. Os ataques de monstros contra os J. Chase não eram tão raros, e eles não queriam o filho desprotegido. Percy se assegurou que ele tivesse um lugar no chalé de Poseidon. Então levou o filho até o topo da Colina, mas o parou antes que pudesse passar pelo pinheiro. Abaixou-se perto dele e disse, estendendo a mão, “Esta é a melhor arma que você pode ter. Não se preocupe em perdê-la, sempre retornará para o seu bolso. Esta é Anaklusmos, a corrente que te pega de surpresa e, antes que se dê conta, te leva para o mar.” O filho encarava Percy incrédulo, pensando se seu pai estava com a sanidade mental boa. “Pai, porque está me dando uma caneta?”
"Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...Que ele é superior ao ódio e ao rancor..." (Mário Quintana)